"eu sou o começo, sou o fim"
O Circuito Fora do Eixo através do programa de lançamento de singles virtuais - Compacto.Rec, lançou no domingo, dia 15, o primeiro de vários singles virtuais...e eu o lanço agora no meu humilde "sem jabá", nome que pretendo que permaneça(sou muito instável, sabe?!!!), um pouquinho late, tendo em vista que estava esperando o banner correto(o que ainda não chegou até mim)...mas chega de esperar né....
A primeira banda a lançar um single virtual através do Compacto.Rec é a paranaense OAEOZ (esse nome te lembra algo???) com duas músicas no pacote.(clique na imagem pra baixar)

Segue texto de Pedro Acosta, da Imprensa Fora do Eixo:
Compacto.rec estréia lançando a banda OAEOZ
Projeto de compactos virtuais do Circuito Fora do Eixo começa apresentando a paranaense OAEOZ
A partir dessa semana, blogs e sites de todo o país vão se movimentar na estréia do compacto.rec. O projeto de lançamento de compactos virtuais do Circuito Fora do Eixo dá a largada nesse dia 15, apresentando a banda paranaense OAEOZ. Mais de 30 páginas das cinco regiões do Brasil estão integradas ao projeto (a lista está ali embaixo). Elas vão oferecer a seus internautas o compacto "Impossibilidades".
No pacote, além da música de mesmo nome, estão a faixa "Città Piu Bella", as letras das canções, fotos e texto de apresentação da OAEOZ , além de imagens relativas ao compacto. Você pode ter acesso a tudo isso no seu computador ou transformar o compacto virtual num compacto físico: gravando as músicas num CD-R e imprimindo as imagens, que são um encarte e uma etiqueta para o CD.
Esse é o formato compacto.rec , filhote do programa ReC (Rede de Comunicação). Começando neste domingo, a cada quinze dias, um compacto virtual vai ser lançado. Assim, o Circuito Fora do Eixo , que é a reunião de produtores independentes de várias partes do país, trabalha questões de comunicação e distribuição.
compacto.rec, uma proposta de comunicação e distribuição
Sites e blogs, além de publicar os compactos, se reúnem para pensar qual a melhor forma de fazer essa divulgação e que bandas merecem ser divulgadas. Por sua vez, as bandas se inscrevem no projeto, enviando material para compactorec@gmail.com . As inscrições continuam abertas! E as bandas são avaliadas pela qualidade do trabalho e por serem ativas em suas cenas.
No caso de "Impossibilidades", a escolha foi feita por um painel de produtores. Pablo Kossa é produtor da goiana Fósforo Records e participou. O agitador acreano Daniel Zen também participou. Ele é presidente da Fundação Elias Mansur (espécie de secretaria estadual de cultura do Acre). Além deles, Marcelo Domingues, produtor do festival paranaense Demo Sul, e Pablo Capilé, do mato-grossense Espaço Cubo/Festival Calango. Cada membro do painel deu notas às dez bandas inscritas.
"Impossibilidades", aperitivo do próximo disco da OAEOZ .

A banda curitibana OAEOZ existe desde 1997 e é formada Ivan Santos (violão e voz), Rodrigo Montanari (baixo), Carlão Zubek (guitarra) e Hamilton de Lócco (bateria). Ivan mantém o selo independe 'De Inverno' que, naturalmente, lança os trabalhos do grupo. O próximo é o segundo disco de estúdio do grupo, que deve sair até o fim do ano. "Impossibilidades" é um aperitivo desse disco.
A faixa-título, que Ivan compôs, é um rock dançante com letra de tom filosófico e uma enchente de guitarras. Já o lado B, "Cittá Piu Bella" é uma versão para a banda paulista Fellini, que marcou a cena nos anos 80. A versão original está no disco "Amor Louco", de 1989. Na interpratação da OAEOZ, que deve fazer parte de um CD tributo aos paulistanos, a música ganha um tom mais dramático e sombrio, alternando silêncios e efeitos de guitarra.

Piauí Pop 2007 não foi o melhor de todos

tudo bem que não tenho tanta propriedade pra falar isso já que não fui todos os dias e nem vi todos os shows dos dias que fui, mas isso é ainda mais preocupante, não precisei ver muita coisa pra tirar essa conclusão. A proposta ERA boa, quando era novidade era ótimo, mas há 4 anos nada mudou: um palco para as atrações regionais e um palco para as atrações nacionais, depois de um tempo as atrações regionais "mais representativas" ganhavam um espaço no palco principal sendo a primeira atração da noite...quem disse que a banda regional deve ser a primeira atração??? "ah, essas bandas a gente vê sempre que quer, deixa elas pro começo mesmo que ninguém vai, não vai fazer diferença".
Será que existe mesmo esse incentivo para as bandas regionais???eu acho que não, como sempre pensei, as bandas regionais não passam de meras coadjuvantes, porque sempre são elas que abrem o festival, num horário em que só está quem vai trabalhar, claro que as bandas que intercalam os "shows principais" não sofrem com isso, mas porque não levar uma banda nacional, querida pelo público pra abrir a noite??? pensando de um modo capitalista (já que é o que importa nisso tudo) as pessoas passariam mais tempo no festival, chegariam cedo e iriam embora tarde, ou seja, consumiriam mais...isso é ruim pra gente, mas é bom pra eles, e melhor para os artistas locais, porque teria público pra assistí-los, quem sabe assim diminuiria a ignorância e o preconceito de quem acha que só presta o que está fora dos limites geográficos do Estado.
Dito isto (eu precisava desabafar) vamos ao que eu vi ( muito pouco por sinal):
cheguei por volta da 21:15 no sábado, achei mais fraco do que nos anos anteriores, mas td bem...Luxúria acabava de subir ao palco, já havia ouvido uma música que não tinha gostado, é uma banda que não faz meu estilo, enfim...sem maiores novidades, quer dizer, eu não sabia que ela gemia no palco, nem puxava o vestido e dançava com as penas abertas, às vezes achava muito neantherdal, mas tudo bem...não poderia deixar passar o trocadilho infame, mas é até pecado assistir um show daqueles...depois, no palco Assis Davis, sobe o Validuaté, queridinhos do pessoal alternativo da cidade, banda boa, o show foi bom, a platéia tava animada, pra mim (e eu acho que só pra mim) foi desnecessário o bis de "Ela é", é...acho a música meio enjoadinha mesmo, talvez nem seja, talvez seja porque o pessoal canta demais e se falam de Validuaté muita gente só associa a essa música, existem outras bem melhores...finda a apresentação do Validuaté inicia o show dos Paralamas do Sucesso, um show bom, músicas conhecidas, som bom, nas mais conhecidas o pessoal empolgava mais, um dos melhores da noite, muitas referências, muitas músicas incidentais,nem lembro quais, mas acho que ouvi uma do Chuck Berry e uma dos Beatles, mas também sem maiores novidades, pelo menos não pra mim. Depois vem Cabesativa...no ano passado cheguei à conclusão que não sou muito do reggae, não há variação aqui em Teresina, a maioria das bandas toca quase as mesmas músicas, só muda a letra, então nem assisti, mas há quem goste né...
...e então sobe Humberto Gessinger todo de branco, e inicia o show como um estrangeiro, o show todo foi ótimo, às vezes acústico, às vezes não, e quando eu penso que vinha um cover,era um garoto que como eu...quantas pessoas ouviram Dancing Days ali???ÓTIMO...acho que foi o melhor show nacional do festival...
no palco Assis Davis vem o Gramophone, achei meio fraquinho o começo, não sei, não me empolgou, daí fui logo embora, não sei como terminou o show, se continuou assim, e também nem lamento ter perdido Charlie Brown Jr...who cares???
no outro dia (domingo) cheguei pouco mais de 18:30 pra poder trocar meu ingresso individual pelo (l)hot space (o espaço loteado) pra poder ficar mais perto dos Radiofônicos(que tocaram no palco principal), tirando foto (que a maioria nem prestou), sendo fã #1, como o Ostiga disse, embora eu n saiba se isso é verdade...hehehehh, e podem dizer que eu pago pau para os Radiofônicos, eu gosto muito mesmo da banda e apesar do horário vagabundo e da escassez da platéia o show FOI SIM MUITO BOM, e é bem verdade que algumas coisas só entende quem gosta, há quem diga que os covers dos Beatles não são bons, pra ser sincera, eu só procuro um fundamento pra isso, quem conhece a banda sabe que eles bebem da fonte Beatles e dizer que os covers não são legais é pura ignorância...um show predominantemente de músicas autorais, e 2 covers dos Beatles, 1 dos Beach Boys, que não sei ao certo, mas aquilo parecia muito uma mensagem/homenagem aos integrantes da banda e a louquíssima Apple Tree do Wolfmother...pronto, só faltou mais gente pra ver aquilo tudo...
depois veio o Batuque Elétrico, que eu não vi, portanto não sei o que dizer, e depois veio o Teófilo, que tendo a platéia a seu favor fez um show legal, animado, mas em alguns momentos não me animou...mas foi bom.
Machado Júnior começou seu show mas fiquei ali longe, sentada na grama, um pouco de reggae, n me animou n...aí chegou o Lulu Santos, e pra variar me deu um sono danado, passei o show todo bocejando, as músicas eram as mesmas, e vez em quando uma batida funk...não faz meu estilo...depois Full Reggae, e eu já disse o que penso a respeito de reggae...aí a Pitty começou e eu fui embora, pouco mais de 1:30 da manhã de segunda...
acabou o Piauí Pop